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 A importância de se ter um programa de qualidade
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admin


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Publicada - 23 Jan 2009 :  11:12:53  Ver Perfil  Enviar E-mail  Visitar página pessoal de admin  Responder com citação Enviar mensagem privada a admin
A importância de se ter um programa de qualidade na área da saúde

A gestão mediante processos previamente organizados e padronizados é uma necessidade em qualquer atividade, seja no setor industrial, agropecuário e de serviços, sendo crescente a visão de sua importância especialmente na administração pública, em todos os níveis, isto é, municipal, estadual e federal. Os princípios dos modelos de gestão da qualidade surgiram com a observação das empresas que, sistematicamente, apresentava melhores resultados. Dessa análise, percebeu-se que elas tinham em comum um método sujeito e padrões bem estabelecidos e documentados, aplicando em sua atividade produtiva processos previamente estudados, planejados e definidos de forma coerente e padronizada, tendo como base uma infra-estrutura adequada e foco na segurança.

Esta aí a gênese da ordenação de regras capazes de sustentar uma cultura gerencial de excelência para resultados, passíveis de serem transmitidas ás partes realmente interessadas em adotar um critério programático de gestão inovadora, eficiente e eficaz, implementando certos padrões e requisitos necessários à monitorização e medição dos processos produtivos, além do melhor controle do cumprimento das metas e das diretrizes estratégicas no planejamento institucional pela liderança da empresa.

Surgiram, dessa forma, os programas de qualidade, merecendo destaque o sistema ISO e, no Brasil, a Organização Nacional de Acreditação (ONA). Portanto, é consenso, hoje, especialmente na área da saúde, a necessidade das Instituições aderirem a um programa de qualidade, não se tratando apenas de uma mera estratégia de marketing, mas de uma medida essencial para a sobrevivência e a sustentabilidade das partes envolvidas.

Diante das notórias adversidades enfrentadas, bem como em face do mercado cada vez mais exigente, seletivo e globalizado, o setor da saúde no Brasil, principalmente nas últimas duas décadas, despertou para a necessidade da adesão á qualidade como a única alternativa para dar o seu salto rumo à excelência, desenvolvendo e aprimorando as boas práticas de gestão e seus bons resultados clínicos, sempre dentro de padrões e mediante o emprego competente de processos. Essa cultura de excelência gerencial tem se estendido e criado sólidas raízes entre os prestadores de serviços, estando os estabelecimentos de saúde de referência inseridos nesse contexto.

Merece registro, na oportunidade, que, desde 1997 e sem solução de continuidade, o Biocor Instituto encontra-se certificado pela ISO 9002 (depois ISO 9001:2000), em todos os seus setores. A ONA é um bom exemplo desse desenvolvimento de práticas de qualidade e excelência na área da saúde no Brasil. O Biocor Instituto conta, também, com a acreditação com excelência ONA Nível 3. Merece registro que o Manual da ONA, em seu nível mais básico (Nível 1) já exige a demonstração por parte da instituição candidata de sua capacidade, real e concreta, de gerenciar, em todos os seus setores, a integralidade dos riscos sanitários, assistenciais, ambientais, ocupacionais, responsabilidade civil, epidemiológicos e biossegurança, além de atender à totalidade da legislação pertinente em vigor, tanto federal, estadual e municipal, incluindo, por exemplo, as normas da ANS, da Anvisa e do CFM.

Outro ponto de elevada importância no programas de qualidade, como a ISO e a ONA, é a cultura da constante busca da melhoria e da educação continuada. É inquestionável, portanto, o diferencial, em todos os aspectos, das instituições de saúde com programas de qualidade implantados e em efetiva operação.

Atualmente, não acredito mais em resistência das partes envolvidas na prestação de serviços de saúde aos programas de qualidade. Todo esse caminho rumo à excelência, como dito anteriormente, ganhou força na década de 1990 diante da constatação da necessidade de um programa de qualidade para as instituições de Saúde no Brasil. No Brasil o sistema ISO é bastante difundido e de conhecimento geral, havendo empresas certificadas nos diversos ramos de atividade como, por exemplo, indústria, comércio e, mais recentemente, prestação de serviços. Já há 14 hospitais no Brasil acreditados com excelência, ou seja, alcançaram a acreditação ONA Nível 3.

Tenho convicção de que os serviços de saúde que possuem programa de qualidade sobressaem-se nesse seletivo mercado e, principalmente, são reconhecidos pela sociedade. As instituições certificadas e acreditadas distinguem-se por sua gestão competente e inovadora, pela observância das obrigações legais, pela seriedade na abordagem à saúde, pelas práticas assistenciais com base em padrões confiáveis e éticos, pela qualidade dos serviços, pelo acompanhamento, medição e controle dos resultados, pela vocação na melhoria contínua e na educação constante.

Portanto, o programa de qualidade colabora, diretamente, com a eficiência administrativa na medida em que agiliza e dá confiabilidade ao processo, permitindo a obtenção dos dados gerenciais e clínicos, a monitorização dos resultados, o controle e o acompanhamento do orçamento, apenas para citar alguns itens determinantes na tomada de decisão. Não acredito que o programa de qualidade deva ser empregado para suprir eventuais deficiências, especialmente de infra-estrutura, até porque os sistemas de gestão de excelência pressupõem o atendimento dos requisitos necessários à obtenção dos resultados, dentre eles a estrutura e a segurança.

A boa gestão exige uma ação coletiva e inovadora, sob uma liderança que promova a unidade, a coesão dos colaboradores e a integração do corpo clínico, convênios e fornecedores. Por exemplo, no Biocor Instituto, essa gestão inovadora tem início em cada um dos setores, passando pelos grupos e comissões, devidamente constituídos e em operação, sempre sob a liderança da direção, conforme o sistema institucional de gestão para resultados. Cada um dos setores do Biocor Instituto faz o acompanhamento mensal de resultados por meio de indicadores específicos de cada área. O acompanhamento dos resultados associados às metas permite a monitorização dos processos e, consequentemente, a identificação de oportunidades de melhoria. Essa gestão inovadora é determinante para o Biocor alcançar esse diferencial de qualidade e os resultados clínicos decorrentes das boas práticas promovidas na Instituição, constantemente avaliadas segundos referenciais comparativos pertinentes.

O desafio que já mostra no presente está na conciliação de fatores que podem parecer excludentes, mas que a gestão eficiente tem de torná-lo convergentes como, por exemplo, aumento de investimentos, melhoria contínua, inovação tecnológica, busca por resultados e benchmarks, e equilíbrio financeiro. Tudo isso dentro de uma realidade de contínua elevação dos custos e de manutenção das bases remuneratórias dos serviços de saúde. Portanto, a gestão inovadora, dentro de um sistema de qualidade, é uma realidade que ganha relevo como questão de sobrevivência e, portanto, não se restringe a mera vertente do desenvolvimento tecnológico.

Administrar, em qualquer segmento empresarial, significa harmonizar e coordenar as pessoas quanto à utilização dos recursos financeiros, materiais e informacionais a partir de técnicas de planejamento, organização e controle, sempre conduzidos por um modelo de liderança gerencial. Tais considerações, como vimos, são a base dos programas de qualidade. A saúde, contudo, é uma área extremamente dinâmica, envolvendo relevantes aspectos sociais, além de técnicos e econômicos, suscetíveis a influências diversas e variadas, como, por exemplo, a evolução do conhecimento, inovações tecnológicas, avanços da indústria de medicamentos, envelhecimento da população, as constantes mudanças no perfil das doenças mais prevalentes, flutuações remuneratórias, dentre outras tantas. Portanto, toda empresa, especialmente na área da saúde, que adere, constrói, implanta e promove a qualidade merece o reconhecimento de todos como instituição de sucesso.

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Revista Banas Qualidade
Ano XVII – Data: Setembro de 2007 – Nº. 184


   
 
 


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